![]() |
| Um Francês Humano... Real como nossas mentiras verdadeiras. |
"Les Petits Mouchoirs" (Retalhos)
De repente parece que os personagens são nossos amigos.
Tão íntimos que entramos na trama e nos vemos dentro de cada um.
Vida Real.
Não entendo como São Paulo exibe este filme numa única sala.
De qualquer forma, vale a pena ver no escuro e no ponto vélico que é a poltrona do cinema - partilhando com gente desconhecida lágrimas, risadas (muitas), histórias de amor, de maturação, vida, morte e busca.
O diretor, ator e roteirista francês Guillaume Canet nos presenteia com uma teia de personagens humanos, palpáveis e com alma.
Charmoso, engraçado, denso e com um elenco de peso.
O que mais envolve é a forma como são construídos os personagens, seus sonhos, desejos e frustrações.
Foi a maior bilheteria da França dos últimos tempos.
Outra pérola do filme é a trilha sonora.
Digna de Lagartixas
Com Carinho,
Cláudia Belintani

Presente francês...
ResponderExcluirImpossível recusar.
Um deleite.
Bjs
Eu quero muito assistir!!!!
ResponderExcluirVou essa semana... A música é linda!
Bjs
Nossa! Deve ser lindo! Só pela música e pelos atores...o dia esta precisando ter mais de 24 horas.....
ResponderExcluirIsso é que é presente!!! Valeu Cláudia!
beijocas amigas
Sil Azul
testando
ResponderExcluirok
maravilha, obrigada
ResponderExcluirAssisti esse filme esse final de semana e fiquei encantada.
ResponderExcluirSe refere muito a postagem do caim.
O que somos é muitas vezes escondido pelo o que queremos que as pessoas idealizem de nós.
Muito lindo.
Me fez refletir sobre a verdade interior que ninguém consegue enganar e que permanece dentro da gente esperando ser vista e elaborada.
Para vocês terem ideia, assisti duas vezes no mesmo dia.
Beijos a todas
Carla
Claudia, querida, ontem assisti o filme francês "Até a Eternidade", que vc nos indicou.
ResponderExcluirGostei demais, obrigada pela dica. A construção dos personagens é tão rica que me senti como se eu os conhecesse há tempos.
Tão bonito ver o jeito de cada um e a interação no grupo. As possibilidades, os limites, a aceitação, a rejeição, tudo permeado de afeto.
É um provilégio conviver em grupo. E é isto que estamos construindo juntas através do fio da literatura.
Obrigada lagartixas por existirem, por serem.
Obrigada Claudia por ter nos inventado.
Bjs a todas! margaret