segunda-feira, 9 de julho de 2012

ATÉ A ETERNIDADE


Um Francês Humano... Real como nossas mentiras verdadeiras.
"Les Petits Mouchoirs" (Retalhos) 

De repente parece que os personagens são nossos amigos. 
Tão íntimos que entramos na trama e nos vemos dentro de cada um. 
Vida Real. 
Não entendo como São Paulo exibe este filme numa única sala. 
De qualquer forma, vale a pena ver no escuro e no ponto vélico que é a poltrona do cinema - partilhando com gente desconhecida lágrimas, risadas (muitas), histórias de amor, de maturação, vida, morte e busca.
O diretor, ator e roteirista francês Guillaume Canet  nos presenteia com uma teia de personagens humanos, palpáveis e com alma.
Charmoso, engraçado, denso e com um elenco de peso. 
O que mais envolve é a forma como são construídos os personagens, seus sonhos, desejos e frustrações.
Foi a maior bilheteria da França dos últimos tempos. 
Outra pérola do filme é a trilha sonora.
Digna de Lagartixas


Com Carinho,
Cláudia Belintani


7 comentários:

  1. Presente francês...
    Impossível recusar.
    Um deleite.
    Bjs

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  2. Eu quero muito assistir!!!!
    Vou essa semana... A música é linda!
    Bjs

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  3. Nossa! Deve ser lindo! Só pela música e pelos atores...o dia esta precisando ter mais de 24 horas.....
    Isso é que é presente!!! Valeu Cláudia!
    beijocas amigas
    Sil Azul

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  4. Assisti esse filme esse final de semana e fiquei encantada.
    Se refere muito a postagem do caim.
    O que somos é muitas vezes escondido pelo o que queremos que as pessoas idealizem de nós.
    Muito lindo.
    Me fez refletir sobre a verdade interior que ninguém consegue enganar e que permanece dentro da gente esperando ser vista e elaborada.
    Para vocês terem ideia, assisti duas vezes no mesmo dia.
    Beijos a todas
    Carla

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  5. Claudia, querida, ontem assisti o filme francês "Até a Eternidade", que vc nos indicou.

    Gostei demais, obrigada pela dica. A construção dos personagens é tão rica que me senti como se eu os conhecesse há tempos.

    Tão bonito ver o jeito de cada um e a interação no grupo. As possibilidades, os limites, a aceitação, a rejeição, tudo permeado de afeto.

    É um provilégio conviver em grupo. E é isto que estamos construindo juntas através do fio da literatura.

    Obrigada lagartixas por existirem, por serem.

    Obrigada Claudia por ter nos inventado.

    Bjs a todas! margaret

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