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| Nós te batizamos LAGARTIXA... |
Trabalhando sempre com a editoria de economia e finanças, passou pelo jornal O Estado de S.Paulo, em 1999, nos cadernos Fundos e Cia e Suas Contas (Estadão) e foi repórter de política do Jornal da Tarde (SP).
No início da década de 2000, foi repórter de economia e finanças na revista Forbes Brasil, na revista Foco Economia e Negócios e na revista Istoé Dinheiro.
Em 2007, foi editora na Investidor Institucional. No ano seguinte, Aline fez matérias freelancers para publicações como a revista Você S/A, Exame e jornal Valor Econômico.
A jornalista participou da primeira equipe do jornal Brasil Econômico, em setembro de 2009. Sete meses depois, transferiu-se para o jornal Valor Econômico.
Hoje, faz parte da Confraria das Lagartixas, aquece nossas noites de quarta com seu sorriso e inteligência no olhar. Bem vinda!

Um dos contos do Rubem Braga me arrebatou: Visão.
ResponderExcluirAmei de paixão.
Aquele momento onde sentimos os espaços, ouvimos o som, captamos olhares e gestos.
São momentos incríveis, inverbalizáveis, onde o fora é mais intenso que o dentro. Mas ele conseguiu descrever sem reduzir.
Obrigada, Aline!
Margaret
AMEI o conto do Pavão.
ResponderExcluirResume tanta coisa para mim, de um jeito que felizmente não precisa ser explicado!
Segue minhas considerações, obrigado pelos presentes.
Caio
O Pavão: simplicidade da pureza do sentimento compartilhado. Alteridade. As duas capacidades notoriamente humanas aliadas: a fascinação estética e a compreensão de sua estrutura de modo a constituir uma realidade, uma existência, um sentimento. Síntese assustadoramente perfeita, ao meu ver, do homem contemporâneo.
O Homem Rouco: Ceticismo de Pirro. Aphoria e ataraxia. Substituição da moral ao invés da lógica. Isenção da noção de modéstia, que é um sentimento coletivo e fundamentado pelo julgamento alheio. Formulação de uma existência mais individual e fundamentada em si própria. Os sentimentos, esses jamais serão neutros: são meus e também são vossos, e não são meus e nem são vossos. A questão do conflito com essa aparente relatividade se justifica pela imposição de cada lei, costume, hábito, cultura: “mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar dessas coisas.”
A Visão: me remeteu demais ao conto de Clarice Lispector, da cadela e da ruiva (acho que o nome era “A Passante”) – “força da conformação, da resistência e da inércia“ – anestesia da nossa condição de passante na vida, e como muitas vezes ficamos nesse limbo: “Eu vinha sem raiva nem desejo” (...) “um elemento altamente banal” (...) “e que cessou de fazer planos gratuitos para a vida, mas ainda não começou a levar em conta a faina da própria morte.”
O Conde e o Passarinho: E pra não dizer que não falei das flores (ou dos pássaros! rs), cito Drummond, que me lembrou bastante o conto. Só me assusta pensar na época em que foi escrito 10 anos depois que o de Rubem Braga. Achei bem político, entristecido, esperançoso, pessoal e incomodado. “A flor e a Náusea” ou o pássaro ou o urubu.
http://poesiaeluta.blogspot.com/2007/04/flor-e-nusea-calos-drummond-de-andrade.html
Correção, fui no embalo e não revi os meus comentários. Na parte do "O Homem Rouco", queria ter me alongado um pouco mais para explicar a relação que achei estabelecer com o ceticismo, e também errei o nome dos conceitos (Em vez de Aphoria e Ataraxia, quis dizer APHASIA e ATARAXIA). http://www.filoinfo.bem-vindo.net/filosofia/modules/lexico/entry.php?entryID=2063
ResponderExcluirBj,
Caio
Queridas lagartixas,
ResponderExcluirAchei a noite de ontem muito especial. Nos focamos bem nos autores (gabo e rubem) e conseguimos explorar pontos fundamentais para o entendimento e discussão.
Ainda não entendi a diferença entre crônica e conto, mas as dicas de ontem valeram bastante! Acho que só vou entender lendo mais crônicas.
Um beijo de Lagarto,
Carla
Caras,
ResponderExcluirFoi uma noite muito especial.
Os encantos do sabor se espalharam pelos aportes da moça que cuida bem do Braga. E nós desfrutamos de mais uma dose de boa literatura, regada com muita sensibilidade.
Viva as lagartixas.
Bj
Joana
Aproveitando, a noite foi realmente muito especial, e como todas as outras muito enriquecedora. Imagino com água na boca como será o prazer de uma grande dose literária.
ResponderExcluirBjos
Tania
Boa noite minhas queridas, todas bem?
ResponderExcluirOntem tivemos uma noite e tanto, não foi não?
A Joana fez um fechamento do conto “Um rastro de sangue na neve”. E ficamos de falar mais sobre GGM, no retiro literário agora chá litetrário. rsrsr
Dez bacantes reunidas a ouvir a bacante Aline a falar de Rubem Braga. Poder aprofundar nas crônicas como fizemos é muito gostoso e lembrar de fatos da nossa história, (Adri) Intentona Comunista, também conhecida como Revolta Vermelha de 35 e Levante Comunista, foi uma tentativa de golpe contra o governo de Getulio Vargas realizada em novembro 1935 pelo PCB em nome da Aliança Nacional Libertadora, através da crônica O Conde e o Passarinho (1935), foi fantástico!
Eu gostei da Visão, mas o preferido foi O Pavão.
A Tânia fez um convite a confraria para fazermos um retiro em Ibiuna e agora aguardamos quem poderá ir.
Decidido para a próxima semana:
Denise vai para a poltrona e leremos Ana Cristina César que a Joana vai passar para nós.
Ah, lembrete: Não pode faltar quem vai ler o conto e quem sugere.
Maria José, Angela, Margaret e Julia saudades!
Vamos pensar no chá literário da Cláudia!
Beijocas com carinho
Sil Azul
Meninas queridas,
ResponderExcluirRealmente a ultima quarta foi especial.
Joana, muito obrigada por dividir conosco de forma tao agradavel seu conhecimento.
É muito interessante aprender além de interpretar!!!
Aline, adorei. Nunca tinha lido Rubem Braga obrigada por nos trazer mais um autor, sua história e seu talentoso trabalho.
Eu adoro crônicas, agora que entendi como chama este gênero literário, rsrsr...
Claudia, a relação que fez entre o Handel (el Castrato) e o Pavão de Rubem Braga, foi genial. O Pavão ficou ainda mais radiante, quanta luz!!
Tânia, que convite generoso...
Queridas, bom findi,
Bj
Thais
queria agradecer mais uma vez a você claudia, pelo jeito "quentinho" que você nos recebe, cheio de cuidados e mimos. também queria te dizer que estou contigo no que se refere ao comprometimento. a literatura tem que ser o prato principal.
ResponderExcluirqueria igualmente agradecer a gentileza da joana por dividir conosco o seu conhecimento sobre o gabo, saí com vontade de estudar..... saí com a grata sensação de que um conto não é só um conto, mas um universo de mistérios. obrigada joana!
agradeço ainda a minha amiga aline lima que nos encantou a todas com seu rubem braga. e com o seu jeitinho meigo, de sotaque capixaba. sempre soube que vocês se apaixonariam pela aline, ela é demais!
finalmente queria agradecer a todas as confrades por tornarem minha vida mais rica.
beijos no coração de todas vocês e um final de semana iluminado e cheio de poesia. d.