Lagartixas,
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| "À sua maneira, este livro é muitos livros, mas é, sobretudo, dois livros..." |
para o próximo encontro, ficou combinado de lermos o primeiro capítulo do jogo da amarelinha. Lembrando que
o primeiro capítulo equivale ao capítulo 73 do livro. Como esse capítulo é bem curtinho, acho que poderíamos ler o capítulo 73 e 1 (ambos equivalendo ao primeiro e segundo capítulo).
Todas lagartixas prontas para brincar de amarelinha com os capítulos?
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| "O segundo livro deixa-se ler começado pelo capítulo 73 e continua..." |
No aguardo de todas na casinha da Lapônia.
Com carinho
Carla
No tabuleiro de direção, existem duas possibilidades de leitura.
ResponderExcluirA primeira é lermos da forma padrão e termina no capítulo 56 e a seguir, seguir sem remorsos do que virá depois.
E a segunda forma, é literalmente o jogo de amarelinha. A ordem está nesse tabuleiro e no final de cada capítulo do livro. Acho que ler dessa forma vai se tornar muito mais interessante para nós!
Espero que todas gostem!
Beijo grande a todas
Carla
Concordo, prima!
ResponderExcluir73 e 1 para quarta!
Bjs!
Jú.
Esta Cortazar!
ResponderExcluirEle consegue fazer um jogo literário.
É muito interessante.
Para alem do conteúdo, é genial como ele mexe com a forma, a métrica dos contos ou livros.
Ótima proposição.
Bj
Thais
Fui dar uma olhada no livro e reparei que os números das páginas são os mesmos dos capítulos. Por exemplo, todas as páginas do capítulo 73 são página 73, todas as páginas do capítulo 1 são páginas 1...
ResponderExcluirBom demais, não?
Jú.
Presente!!!!
ResponderExcluirBjs,
Cláudia
Presença confirmada! Já estou jogando....rs
ResponderExcluirbeijocas
Sil
Presença confirmada.
ResponderExcluirBjos.
MARIA JOSE
"Do sim ao não, quantos haverá"? (cap. 73)
ResponderExcluirA Clarice responderia que não se deve esmagar as entrelinhas com as palavras, eu acrescentaria: que não se esmague com verdades as entrelinhas, que não se esmaguem as perguntas com respostas.
"... fabulosa honra mortal, alto desafio da fênix" (cap. 73)
As crianças não são erradas de buscar tantos por quês. Aliás, por que isso se perde?
Por que é mais suportável seguir o que alguém disse ser o certo e se corroer por dentro? Por que não fazer o que realmente nos toca, por que seguir o que alguém citou como boa escolha e se manter infeliz? Se contentar em ver alguém realizar o que não realizou? Um filme, uma dança, um protesto, alguns versos não saciam para além do momento em que está em contato com. Consigo o contato é permanente, se nos distraímos com a conquista de outros com os quais nos identificamos, aquilo que não realizamos pessoalmente se mantém...
O vazio recebe saliva e não alimento...
Boa noite!
Beijo!
Jú.