segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Momentos Azuis...

Segredos Azuis de Elevador

Ciranda Azul

Cisne Negro x Anticristo... Quem lembra?
A Paz é Azul

O primeiro poema:
O menino foi andando na beira do rio
e achou uma voz sem boca.
A voz era azul.
Difícil foi achar a boca que falasse azul.
Tinha um índio terena que diz-que
falava azul.
Mas ele morava longe.
Era na beira de um rio que era longe.
Mas o índio só aparecia de tarde.
O menino achou o índio e a boca era
bem normal.
Só que o índio usava um apito de
chamar perdiz que dava um canto
azul.
Era que a perdiz atendia ao chamado
pela cor e não pelo canto.
A perdiz atendia pelo azul.
Manoel de Barros - Menino do Mato



Temos nosso sorriso azul, nosso olhar azul e o azul que abraça... isto tudo na Confraria.
Bjs, Cláudia

Um comentário:

  1. Que fotos lindas! Olha o Franklin também!
    azul de esperança...
    beijo grande
    com carinho
    Carlinha

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