| Segredos Azuis de Elevador |
| Ciranda Azul |
| Cisne Negro x Anticristo... Quem lembra? |
| A Paz é Azul |
O primeiro poema:
O menino foi andando na beira do rio
e achou uma voz sem boca.
A voz era azul.
Difícil foi achar a boca que falasse azul.
Tinha um índio terena que diz-que
falava azul.
Mas ele morava longe.
Era na beira de um rio que era longe.
Mas o índio só aparecia de tarde.
O menino achou o índio e a boca era
bem normal.
Só que o índio usava um apito de
chamar perdiz que dava um canto
azul.
Era que a perdiz atendia ao chamado
pela cor e não pelo canto.
A perdiz atendia pelo azul.
Manoel de Barros - Menino do Mato
Temos nosso sorriso azul, nosso olhar azul e o azul que abraça... isto tudo na Confraria.
Bjs, Cláudia
Que fotos lindas! Olha o Franklin também!
ResponderExcluirazul de esperança...
beijo grande
com carinho
Carlinha