quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Como vcs sabem, tenho um anel com uma lagartixa no dedo.

Sempre me fascinou, porém, nunca pude direcionar a imagem. O nome fantasia de uma de minhas empresas é "Salamandra".

Qdo pequena (por volta dos 6 anos), dormia na parte de cima de um beliche e todas as noites uma lagartixa ia me visitar e conversávamos. Achava que ela reconhecia minha voz.

Mais tarde, já morando sozinha no Rio, tive uma mascote que se chamava "Filomena". Tbm fazia visitas noturnas.

Na minha sala tem uma enorme, vermelha e imponente.

No ninho dos meus filhos, tem na sacada um exemplar para protegê-los (julgo eu).

No caldeirão das feiticeiras (do bem), elas são a metamorfose, a renovação, a fênix que se refaz.
De fato, qdo seguramos uma lagartixa pelo rabo, ela se desprende dele para se libertar.

"Érico Veríssimo" em "O Tempo e o Vento", nos trás a "Teiniaguá", uma salamandra que de dia é lagartixa e de noite é uma mulher amante de vinho e que guarda em seu intelecto, uma pedra preciosa que brilha como fogo nas noites sem lua.

Por Cláutixa

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