Na calçada caminho, quase na rua. Na minha quase casa, ao lado da porta amarela.
Na minha quase casa, ao lado das janelas amarelas.
Sigo na linha do varal, na frente da minha casa azul.
As vezes sonho que o vento e o varal me puxaram para o céu azul, cor da minha quase casa.
Sigo na linha imaginária colorida das nossas roupas no varal, se vou para direita ou esquerda não sei, só sei que quando pulo, posso agarrar meu vestido florido e sair dançando em frente minha casa de nuvens , nuvens que me levam pra longe, nas flores que agora visto, coloridas e felizes. Quando desperto, acabo eu de novo na calçada do meu caminho.
Na minha quase casa, ao lado das janelas amarelas.
Sigo na linha do varal, na frente da minha casa azul.
As vezes sonho que o vento e o varal me puxaram para o céu azul, cor da minha quase casa.
Sigo na linha imaginária colorida das nossas roupas no varal, se vou para direita ou esquerda não sei, só sei que quando pulo, posso agarrar meu vestido florido e sair dançando em frente minha casa de nuvens , nuvens que me levam pra longe, nas flores que agora visto, coloridas e felizes. Quando desperto, acabo eu de novo na calçada do meu caminho.
Adri F.

É seu? Lindo!
ResponderExcluirbeijocas coloridas
Silvia
Que delicadeza!!!
ResponderExcluirCoisas de gente que sonha e acredita.
Fotografia.
Uma Adri que cria e vira poesia...
Bj cheio de emoção e carinho.
Cláudia
Lindo Adri...
ResponderExcluirA calçada me veio como a margem, estar na margem, contemplando, imaginando...Beijo!
Jú.