domingo, 8 de janeiro de 2012

O animal no homem

Assisti recentemente ao filme BRUNA SURFISTINHA, e o que vi me deixou muito mal. Os homens são realmente animais que revelam seus instintos agindo como bichos, fazendo aquela mulher de privada, e ela por outro lado tb deixa fluir seu lado animal uma vez que aceita seu papel de vaso sanitário,POR ESCOLHA.
O que somos realmente? Lendo a semana passada o texto de Marcelo Coelho, ele se refere a alguns desenhos animados Madagascar E Alvim e os esquilos onde os bichos enqto estão sujeitos às regras da civilização mantem com seus companheiros ( mesmo os que devorariam se estivessem na selva) um relacionamento cordial, mas no momento que escapam e voltam ao seu habitat , seus instintos naturais prevalecem e não reconhecem mais os amigos.
Segundo um famoso psicólogo de Harvard "o anjo civilizatório aprisionou a maldade do homem".Assisti ha pouco tempo u7ma reportagem na qual cientistas sociais e psicólogos falavam sobre o que ocorreria no mundo depois de uma grde catástrofe( tipo, o fim dos tempos), eles se basearam em fatos ocorridos depois de grandes terremotos etc. A lei da selva imperaria, a moral seria esquecida. Esqueceríamos todo o tipo de cooperação, solidariedade, compaixão. Chego à conclusão que o véu da civilização é muito tênue, é muito fácil rompe-lo, e aí, tudo o que nos tornou 'humanos' cai por terra, não vale mais nada.
Não posso mais acreditar que somos feitos à semelhança de Deus, que Deus seria esse?

Maria José

2 comentários:

  1. Me volto para a coluna do Pondé do Naltal. Uma mulher grávida, no meio da floresta, sem alma. Temos que tomar cuidado. O que nos separa do bicho? Afinal, o que somos? Somos aquilo que vivemos. Ou sonhamos ser. O Marcelo Coelho também relata o instinto de sobrevivência, só que de forma mais primitiva. Aliás, dá uma lida no Pondé de hoje. Francescas... Bj

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  2. Maria José, eu que sempre tive fé em Deus, nunca senti como verdade que sejamos feitos à sua imagem e semelhança. Penso que o ser humano é predominantemente mau, e acredito, sim, que esse tênue verniz da civilização, da religião, é que mantém mais ou menos abafados os nossos piores instintos. (Angela)

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