quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Redescobrir


"Como se fora brincadeira de roda...
Memória!
(...)
Como um animal que sabe da floresta...
Redescobrir o sal que está na própria pele...
Redescobrir o gosto e o sabor da festa
Magia!

(...)
Vai o bicho homem fruto da semente
Memória!
Renascer da própria força, própria luz e fé
Entender que tudo é nosso, sempre esteve em nós
História!
Somos a semente, ato, mente e voz
Magia!
Não tenha medo meu menino povo
Tudo principia na própria pessoa
Beleza!
Vai como a criança que não teme o tempo
Mistério!
Amor se fazer é tão prazer que é como fosse dor
Magia!"

(Gonzaguinha)


Todas as quartas nos reunimos e rodeamos algo, um balcão uma mesa ou simplesmente um pedaço de chão. Como um ritual, nos colocamos no espaço da vez em círculo, para olharmo-nos todas.

Mais um texto se inicia e a brincadeira começa, brincadeira de roda Vera, como imaginado por você... Roda dessas crianças de outrora, Margaret, hoje crescidas, brincando fora do tempo...

Noite feliz, como manda o figurino, felicidade genuina e gratuita, pelo simples estar junto, se des-cobrindo e re-descobrindo...

Essa música que trago poderia ter sido criada nessa noite, pois retrata tão bem nossa ciranda do natal...

"Entender que tudo é nosso e sempre esteve em nós"! resumiria bem o debate iniciado pelas Marias Josés borgianas, que teria se desenvolvido de maneira fascinante não fosse o relógio apitando, lembrando que nossa carruagem não poderia passar da meia noite, tinhamos ali que iniciar a brincadeira de roda.

O fechamento com a trilha sonora by cirandeira oficial foi inacreditável, só um cd assim para nos lembrar e provar que  noites como essas acontecem... Centelha divina!

Lindo fim de ano a todas! Até 2014!

"Se muito vale o já feito, mais vale o que será"!

Abraço apertado!

Jú.







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