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| Patrícia Negrão Lagartixa |
Jornalista especializada em comportamento e biografias, viaja pelo país
todo ouvindo histórias de pessoas das mais diferentes áreas. É
coordenadora de conteúdo do Prêmio CLAUDIA desde 2000 e, anualmente,
pesquisa, seleciona e entrevista candidatas em todos os Estados. Foi
coordenadora e é co-autora do livro Brasileiras Guerreiras da Paz
(editora Contexto, 2006), que retrata a história de 52 brasileiras
indicadas para concorrer ao Nobel da Paz 2005.
A trajetória de 52 mulheres em defesa da paz é o tema de Brasileiras guerreiras da paz, organizado pela ativista Clara Charf, com textos das jornalistas Carla Rodrigues, Fernanda Pompeu e Patrícia Negrão. São perfis e fotos de mulheres de todo o Brasil, atuantes no campo, na academia, nas aldeias indígenas, nos quilombos, nas grandes cidades, nas periferias, no Planalto Central. São mulheres de 30 a 90 anos de idade: ativistas, anti-racistas, políticas, ambientalistas, escritoras, artistas, feministas, sociólogas, cientistas, advogadas, médicas, ialorixás, lideranças indígenas.
O livro teve origem no Projeto Mil Mulheres, iniciativa de ativistas suíças que propuseram o nome de 1.000 mulheres de 154 países para concorrer coletivamente ao Nobel da Paz de 2005. Ao Brasil, coube indicar 52 mulheres, proporcional à sua população. Clara Charf coordenou a seleção. O Nobel da Paz não foi dado às 1.000 mulheres. No entanto, as vidas dessas guerreiras merecem luz e destaque na história. Surgiu, assim, o livro Brasileiras guerreiras da paz. As jornalistas Carla Rodrigues, Fernanda Pompeu e Patrícia Negrão entrevistaram e biografaram cada uma delas.
Lagartixas:
O livro teve origem no Projeto Mil Mulheres, iniciativa de ativistas suíças que propuseram o nome de 1.000 mulheres de 154 países para concorrer coletivamente ao Nobel da Paz de 2005. Ao Brasil, coube indicar 52 mulheres, proporcional à sua população. Clara Charf coordenou a seleção. O Nobel da Paz não foi dado às 1.000 mulheres. No entanto, as vidas dessas guerreiras merecem luz e destaque na história. Surgiu, assim, o livro Brasileiras guerreiras da paz. As jornalistas Carla Rodrigues, Fernanda Pompeu e Patrícia Negrão entrevistaram e biografaram cada uma delas.
Lagartixas:
É estranho como os caminhos dos labirintos se encontram e nos fazem voltar no tempo. Um armário que se abre e um casaco me abraça, alguém querido e atento que partilhou uma cozinha especial há tempos idos, um sorriso no olhar e uma história de luta e superação.
Seja bem vinda Patrícia.
Abaixo, algo seu.
Você partilhando e ouvindo a vida.
Milagrimas
Ná Ozetti e Itamar Assumpção
Em caso de dor, ponha gelo
Mude o corte do cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema, dê um sorriso
Ainda que amarelo
Esqueça seu cotovelo
Se amargo for já ter sido
Troque já este vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério, deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada milágrimas sai um milagre
Em caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa
Coma somente a cereja
Jogue para cima, faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra apenas, viva apenas
Sendo só fissura, ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena, reze um terço
Caia fora do contexto, invente seu endereço
A cada milágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas, três, dez, cem mil lágrimas, sinta o milagre
A cada milágrimas sai um milagre
Mude o corte do cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema, dê um sorriso
Ainda que amarelo
Esqueça seu cotovelo
Se amargo for já ter sido
Troque já este vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério, deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada milágrimas sai um milagre
Em caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa
Coma somente a cereja
Jogue para cima, faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra apenas, viva apenas
Sendo só fissura, ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena, reze um terço
Caia fora do contexto, invente seu endereço
A cada milágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas, três, dez, cem mil lágrimas, sinta o milagre
A cada milágrimas sai um milagre
Com carinho,
Lagartixas

Pati querida, bem vinda a confraria!
ResponderExcluirSua companhia é um presente.
Parabéns pelo seu dia e por tornar nosso grupo ainda mais especial.
Beijos no seu coração
Com carinho
Carlinha
Patixa, seja muito bem vinda!
ResponderExcluirNossa Confraria ganha mais um presente jornalistico!!!rs
Parabéns pelo seu dia! Felicidades!
beijocas
Silvia
Como faço para entrar em contato com a Patricia Negrão!
ResponderExcluirShirley:
ResponderExcluirVou pedir para que ela entre em contato.
Lagartixa